Aonde há privilégio, há desprivilegio

Aonde há privilégio, há desprivilegio

As cidades não necessitam de uma análise esforçada para transparecer a existência de privilegiados entre os que as habitam. Aonde há privilégio, há desprivilegio. E nessas, os que não podem oferecer produção, não merecem inclusão.

Com uma dificultosa locomobilidade, excluindo o direito de ir e vir, as cidades ignoram o real sentido de exercer a cidadania; Exclusão que atinge diretamente idosos, deficientes, gestantes e crianças.

Nas últimas décadas, a preocupação com a acessibilidade tem crescido, em processo lento. É possível perceber a inclusão de obras e serviços de adequação do espaço urbano e dos edifícios, que tragam a eliminação de barreiras. Porém, ainda, a grande problemática continua a ser executada, pois o padrão estético da funcionalidade e de reprodução do capital continua a ser produzido dentro das cidades.

Ainda, estendendo um prazo de melhoria nas cidades, grande parte das universidades oferecem cursos de arquitetura e urbanismo que enfatizam a lucratividade, e a colocam como premissa, preparando profissionais sem preocupações sociais, reprimindo as necessidades de um coletivo.

Há quem perde o direito e o privilégio de ser livre, quando perde o direito de viver em sua condição. Considerar, pensar e repensar em melhorias sociais é o caminho para uma solução.

Texto de Anderson Bazuza

Felipe Ramon

Amo Tecnologia. Atuo na Area de Programação, Designer Gráfico, Web Designer e Técnico em Computadores. Trabalho na Loucurarte na Equipe de Apoio (Diretor de Midias Sociais)! #Conhecimento é Poder.

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